A aprovação de acesso na ANTT costuma gerar dúvidas, atrasos e retrabalho quando o empreendedor…
Em galpão e indústria, o acesso não é detalhe, é operação. Se a entrada de caminhões em galpão logístico na rodovia for mal dimensionada, o caminhão trava a pista, cria fila, aumenta risco e a aprovação vira dor de cabeça.
A seguir, o que você precisa para aprovar com segurança e evitar retrabalho caro.
Por que a entrada de caminhões em galpão logístico na rodovia reprova?
- raio de curva insuficiente (caminhão invade faixa)
- falta de área interna de espera (fila vai para a rodovia)
- portaria “colada” na pista (caminhão para na entrada)
- visibilidade ruim e conflitos em curva/interseção
- drenagem e sinalização ignoradas
O que um projeto “para aprovar” precisa ter
Veículo crítico definido (sem isso, é chute)
Você precisa saber qual caminhão manda no projeto:
- carreta
- bitrem
- rodotrem
- veículos especiais
A geometria e a manobra têm que caber no pior caso.
Pátio interno e portaria recuada
A regra prática é simples: caminhão não pode esperar na rodovia. O projeto deve prever:
- área de espera interna
- portaria recuada
- espaço de manobra para entrar e sair sem “arrastar” na pista
Solução geométrica compatível com fluxo e segurança
Em muitos casos, é necessário prever:
- organização de entrada/saída
- dispositivos de aceleração/desaceleração quando aplicáveis
- sinalização e segurança viária

Entrada de caminhões em galpão logístico na rodovia: Onde o erro sai caro
A tentativa de economizar geralmente vira:
- exigência de ajuste depois de obra iniciada
- obrigação de refazer trecho (CAPEX aumenta)
- atraso na operação (OPEX e logística sofrem)
- risco jurídico/operacional se houver sinistro
Checklist rápido
- Veículo crítico definido?
- Manobra comprovada no projeto?
- Portaria recuada e bolsão interno?
- Drenagem e sinalização previstas?
- Documentação sólida para tramitação?
Entrada de caminhões em galpão logístico na rodovia
A entrada de caminhões em galpão logístico precisa ser projetada para funcionar no pico, com caminhão real, não só “no papel”.


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